Bê-a-bá de mãe

Dicas, leituras, confissões, receitas e idéias para as mamães…

Archive for January, 2009

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Prisão de ventre é coisa chata, incômoda, mas não é doença. É, na verdade, “uma constipação intestinal – uma dificuldade constante ou eventual da evacuação das fezes, que se tornam ressecadas”.

Você conhece os sintomas?

·         Fezes pequenas, duras e secas;

·         Fezes difíceis “de sair” e dolorosas.

E isso pode acontecer com adultos, crianças e até bebezinhos. Embora na primeira infância, a verdadeira prisão de ventre ser rara de acontecer.

Um recém-nascido pode fazer cocô (sim, seu bebê evacua, faz cocô, defeca, solta pum, etc.) até 10 vezes por dia. Isso mesmo que você leu, você vai trocar, pelo menos, umas 10 fraldas por dia, só de cocô, nas seis primeiras semanas de vida do seu bebezinho. A partir daí, a maioria dos bebês faz de 2 a 5 cocôs por dia. Ufa!

Os bebês que mamam fazem um cocô com fezes mais moles ou líquidas e ficam RARAMENTE com prisão de ventre. A freqüência de evacuação varia bastante. Alguns bebês alimentados apenas no seio podem fazer cocô apenas uma vez a cada 7 a 10 dias. Se seu bebê demora vários dias para evacuar, mas suas fezes continuam moles, não se preocupe.

Os bebês alimentados por leite maternizado têm, normalmente, fezes mais consistentes e com odor diferente dos bebês amamentados. Não estranhe.

É importante lembrar que a aparencia das fezes dos bebês que já começaram a ingerir alimentos sólidos pode variar bastante. Elas podem ser mais duras e menos frequentes. Quando fiz a introdução de alimentos sólidos, minha filha estava no 7º mês, e ela ainda mamava, pelo menos, 3 vezes ao dia. Mesmo assim, passou a fazer cocô apenas uma vez ao dia.

Se seu bebê estiver apresentando sinais de constipação, você pode lançar mão de várias técnicas caseiras antes de dar um remédio pra ele. Dependendo da idade, os “remedinhos” caseiros variam. Dê uma olhada no post Remedinhos Caseiros contra prisão de ventre”.

Vacinas não são apenas para as crianças!

28 Jan 2009 Por Andrea Siebra Vinet

vacina

Dia desses, peguei um baita vírus aqui no Canadá. Quase me acabo de tão doente. Pesquisando na internet sobre o que tive, fiz descobertas maravilhosas sobre vacinas, vírus novos e muita coisa chata desse tipo que pode(ria) ser evitada/ amenizada com uma dose de vacina.

Mesmo se você tomou todas as vacinas quando criança, pode ser que seja necessário, quando adulto, receber uma nova dose para manter a imunidade adquirida. E pode ser também que você nunca tenha se tornado imune a algumas doenças contagiosas mais comuns. Não seja negligente com as vacinas. Elas podem salvar a sua vida!

Influenza (ou gripe) – Quando? Toma-se todos os anos.

É considerada, aqui no Canadá, uma doença respiratória grave. Eu não sabia, mas ataca milhões de pessoas todos os anos. E milhares delas morrem, por conta das complicações no restabelecimento. Daí, a grande campanha, todos os anos, para que a população se vacine. Na chegada do outono (outubro/novembro), me vacinei. O importante é que todas as pessoas da mesma casa se vacinem: adultos, crianças. Reduz os riscos de contrair/ transmitir a gripe e diminui os sintomas.

Difteria – Quando? Renova-se a dose a cada 10 anos.

Difteria é uma infecção bacteriana que pode causar graves problemas de saúde (sobretudo cardíacos e respiratórios) e até causar a morte (1 em cada 10 pessoas que contraem a difteria morre). Infelizmente, pouca gente sabe que pode se proteger bem ao tomar uma vacina (com dose renovada a cada 10 anos).

Tétano – Quando? Renova-se a dose a cada 10 anos.

É uma infecção causada por uma neurotoxina mordaz produzida pelo clostridium tetani, um micro-organismo presente no solo. Ela se manifesta por contrações musculares fortíssimas e é, em geral, fatal. Como a imunidade não dura a vida toda, é recomendável se vacinar a cada 10 anos.  E renovar a dose é mesmo importante, porque se a vacina estiver “vencida”, qualquer corte com objeto infectado pode despertar a doença.

Coqueluche – Quando? Renova-se a dose na idade adulta.

É uma infecção bacteriana que causa tosse persistente e problemas respiratórios. Como a tosse pode durar várias semanas, ela incomoda, atrapalha o sono e causa dores nas costelas. Adultos que contraem a doença podem infectar outras pessoas, sobretudo as crianças que estiverem por perto, que vivam com eles. Com as crianças, deve-se tomar EXTREMO cuidado, porque mesmo que não apresentem a doença, podem surgir outras complicações do tipo: pneumonia, convulsões, danos cerebrais e até, morte. Como a imunidade não dura a vida toda também, vale renovar a dose quando adulto.

E existem vários outros vírus e doenças que podem ser evitadas ao tomar uma vacina ou renovar uma dose “vencida”. Esteja alerta!

Em breve, voltaremos com mais dicas de vacinas a serem tomadas…

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