Bê-a-bá de mãe

Dicas, leituras, confissões, receitas e idéias para as mamães…

Archive for July, 2010

Quando essa transição deve acontecer?

29 Jul 2010 Por Andrea Vinet

Mesmo que você queira que seu filho fique pequenininho o resto da vida, aquele seu anjinho no braço, mamando e dependendo de você para quase tudo, ele continua crescendo, e muito. Pouco a pouco, ele se torna uma pessoinha, um pequeno adulto, quase independente, e, cada dia, ele te surpreende com uma conquista nova, um passo a mais, uma palavra mais bem dita.

As necessidades de seu filho, claro, mudam junto com ele. Que você o amamente ou dê leite químico (fórmula) fortificado, logo logo será hora de começar a introdução de alimentos sólidos em sua dieta. Esta transição não deve ser feita ao acaso e é MUITO importante fazê-la corretamente. Cada bebê é único, portanto não há regras absolutas a seguir quando chega a hora de introduzir alimentos sólidos. No entanto, alguns princípios devem ser mantidos para seu sucesso.

Quando essa transição deve acontecer?

Durante o primeiro ano de vida da criança, o leite (materno e/ou fórmula – químico) deve compor a base de sua dieta. É essencial para o bom desenvolvimento de qualquer criança. Quanto ao leite de vaca integral, ele não é de fácil digestão e não deve ser oferecido à criança antes da idade de nove a doze meses. Os alimentos sólidos que irão integrar, gradualmente, a dieta não devem substituir o leite, mas devem inserir seus insumos, dando sua contribuição à base da alimentação.

Normalmente, considera-se a idade de seis meses a melhor para começar a incorporar alimentos sólidos. No entanto, cada bebê é diferente e apresenta uma curva de crescimento que lhe é própria, e deve ser respeitada e considerada. Alguns pediatras dizem que algumas crianças estão prontas para receber o alimento a partir da idade de quatro meses, desconsiderando a amamentação exclusiva até os 6 meses, tão importante e significativa para o crescimento da criança. Para outros bebês, essa idade pode variar e ser até oito ou nove meses. Não há necessidade de se preocupar se seu filho está um pouco fora da norma. O que é a norma exatamente? Observe seu filho e siga os sinais que mostram que ele está pronto para alimentos sólidos, e respeite o aleitamento.

Como escolhemos o nome da nossa filha

26 Jul 2010 Por Andrea Vinet

Esses dias me peguei pensando sobre quando tomamos a decisão de colocar esse ou aquele nome no nosso bebê. A forma e quando isso aconteceu foi bem interessante…

Durante boa parte de minha gravidez, meu marido e eu não sabíamos o sexo do bebê, por decisão própria. Infelizmente, mais no final da gravidez, por forte pressão familiar dos dois lados, resolvemos ceder e descobrir o sexo da nossa menininha. Enquanto não sabíamos de nada, milhares de nomes femininos e masculinos “desfilaram” na nossa lista, sem ficar. Todos pareciam muito complicados, atuais demais, antigos demais, compridos ou complexos demais. Nada era bom o suficiente para ficar.

Sou casada com um francês, de nome simples, mas com escrita complicada: Philippe. Sou brasileira nata, descendente distante de portugueses/ espanhóis, mas sem nada complicado no nome: Andrea. Simples assim, sem ter nem acento. Tudo bem, ninguém pronuncia (nem escreve) meu nome corretamente de primeira, mas com o passar dos anos, já aceitei isso e já vou logo dizendo Andrea, sem acento e sem i. Até aí, problema nenhum. Só que moramos num país biligüe, inglês e francês. O que escolher, então: português, francês ou inglês?

Não pensamos no significado do nome, segundo a origem e tal, mas no uso contínuo dele, entre vários países e papeladas. E claro, no significado que o nome teria para nós, como família. E nas duas famílias estrangeiras também: a minha e a dele. Os avós tinham que ser capazes de dizer o nome da neta sem problemas, né? Não queríamos nomes da moda…nem queríamos muitos nomes e nomes conjugados.

Resumidamente, decidimos que queríamos um nome curto, com escrita simples (nada de letras duplas, y ou w), pronúncia próxima das três línguas, doce (pra nossa menininha), mas com personalidade.

Buscamos pouco, até achar, rapidinho JULIE. Doce, era com certeza. Curto, sem complicações na escrita. Confere. A única queixa seria a tal da pronúncia. Aqui, valia pro inglês e francês numa boa, mas e no Brasil? Bem, o nome é como Júlia, só que se diz Juli. Só que no Brasil todo mundo pronuncia como Djulie, o que eu O-D-E-I-O, mas tô começando a aceitar. O nome é tão simples. Por que enfeitar?

E vocês, como escolheram os nomes de seus bebês?

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