Bê-a-bá de mãe

Dicas, leituras, confissões, receitas e idéias para as mamães…

Archive for the ‘Papai & Mamãe’ Category

Como escolhemos o nome da nossa filha

26 Jul 2010 Por Andrea Vinet

Esses dias me peguei pensando sobre quando tomamos a decisão de colocar esse ou aquele nome no nosso bebê. A forma e quando isso aconteceu foi bem interessante…

Durante boa parte de minha gravidez, meu marido e eu não sabíamos o sexo do bebê, por decisão própria. Infelizmente, mais no final da gravidez, por forte pressão familiar dos dois lados, resolvemos ceder e descobrir o sexo da nossa menininha. Enquanto não sabíamos de nada, milhares de nomes femininos e masculinos “desfilaram” na nossa lista, sem ficar. Todos pareciam muito complicados, atuais demais, antigos demais, compridos ou complexos demais. Nada era bom o suficiente para ficar.

Sou casada com um francês, de nome simples, mas com escrita complicada: Philippe. Sou brasileira nata, descendente distante de portugueses/ espanhóis, mas sem nada complicado no nome: Andrea. Simples assim, sem ter nem acento. Tudo bem, ninguém pronuncia (nem escreve) meu nome corretamente de primeira, mas com o passar dos anos, já aceitei isso e já vou logo dizendo Andrea, sem acento e sem i. Até aí, problema nenhum. Só que moramos num país biligüe, inglês e francês. O que escolher, então: português, francês ou inglês?

Não pensamos no significado do nome, segundo a origem e tal, mas no uso contínuo dele, entre vários países e papeladas. E claro, no significado que o nome teria para nós, como família. E nas duas famílias estrangeiras também: a minha e a dele. Os avós tinham que ser capazes de dizer o nome da neta sem problemas, né? Não queríamos nomes da moda…nem queríamos muitos nomes e nomes conjugados.

Resumidamente, decidimos que queríamos um nome curto, com escrita simples (nada de letras duplas, y ou w), pronúncia próxima das três línguas, doce (pra nossa menininha), mas com personalidade.

Buscamos pouco, até achar, rapidinho JULIE. Doce, era com certeza. Curto, sem complicações na escrita. Confere. A única queixa seria a tal da pronúncia. Aqui, valia pro inglês e francês numa boa, mas e no Brasil? Bem, o nome é como Júlia, só que se diz Juli. Só que no Brasil todo mundo pronuncia como Djulie, o que eu O-D-E-I-O, mas tô começando a aceitar. O nome é tão simples. Por que enfeitar?

E vocês, como escolheram os nomes de seus bebês?

Sair sem seu bebê

9 Jul 2010 Por Andrea Vinet

 

A primeira vez q saí e deixei minha filha em casa foi pra comemorar aniversário de casamento, durante umas duas horas. Ela tinha 20 dias de nascida. Por que eu fiz isso com um bebê tão novinho? Porque moro distante de minha família (e da do meu marido) e não temos babá – fora o fato de eu não confiar em ninguém. Minha mãe estava passando uns dias conosco (final de uma temporada de dois meses) por conta do nascimento da neta e resolvemos aproveitar a super-babá.

No mundo inteirinho, eu não seria capaz de confiar em mais ninguém com quem deixar minha filha, fora minha mãe. Aí estava a grande oportunidade! Reservamos o restaurante, avisei que tinha um recém-nascido (desde a reserva) e que queríamos ser servidos rapidamente. Maridex tinha escolhido um restaurante francês bem cheio de frescuras, mas maravilhoso, que entendeu bem nossas necessidades e atendeu nossos pedidos de bons pratos, com rapidez e conta na mão. Foi ótimo!

Nossa saída foi rápida, durou, ao todo duas horas. O tempo exato de um intervalo de mamada para um bebê dessa idade. Quando ela acordou, minha mãe teve apenas o tempo de trocar a fralda, tentar dar uma enganadinha na esfomeada cantando alguma coisa até que me ligou, com ela aos berros de fome, para saber onde estávamos. Estava no estacionamento do prédio, já abrindo a porta de casa. Por pouco, nossa saidinha teria sido perfeita.

Quando se está amamentando, sair sem seu filho pode parecer uma missão impossível, mas, com jeitinho, tudo dá. Basta organizar bem antes, se preparar e deixar tudo esquematizado com a babá (sogra, mãe), recomendações claras de como proceder, e ir em frente.

Depois disso, a próxima vez que saí sem ela foi quando minha mãe veio por aqui de novo, e minha filha tinha 1 ano e 2 meses. Viu como valeu a pena fazer a saída dos 20 dias? Com pais e sogros mrando tão longe de nós, é muito difícil achar uma babysitter, confiável, pra ficar com ela. Mas na boa, eu não acho que sair uma vez ou outra seja ruim. Eu não posso fazer, pelos motivos já citados, mas, quem tem vantagens sobre isso, deveria aproveitar!

Só que nisso tudo tem um problema: sua cabeça. Qdo eu saí, me esforcei MUITO pra não pensar na Julie chorando ou chamando por mim… foi MUITO difícil… tinha até a impressão de ouvir seu chorinho perto do meu ovido. Coisa de doido! Agora, que ela está maiorzinha, saímos mais, ela sempre fica numa boa, no entanto, eu, fico pensando nela SEMPRE

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Page copy protected against web site content infringement by Copyscape