Bê-a-bá de mãe

Dicas, leituras, confissões, receitas e idéias para as mamães…

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Voltar a trabalhar (ou não?)

30 Jun 2009 Por Andrea Vinet

voltar a trabalhar

A pergunta para a maioria das mães nos dias de hoje não é se elas vão voltar a trabalhar um dia, mas quando.  Aqui na Terra do Gelo, 70% das mulheres com crianças em idade pré-escolar trabalham fora.

As mulheres retomam o trabalho por diversas razoes, incluindo (mas não limitando) necessidades financeiras, avanço na carreira, satisfação pessoal, expectativas familiares e até pressão cultural. Se você tiver a opção de continuar em casa, cuidando de seus filhos, é importante lembrar algumas coisinhas:

Essa não é uma escolha do tipo “ou tudo ou nada”. As mulheres de hoje enfrentam desafios que suas mães nunca nem sonharam, mas elas também têm alternativas. Nos últimos anos, algumas mulheres bem criativas inventaram novas formas de trabalho (não tradicionais) como free-lance, partilhando a função no trabalho e até começando seus próprios negócios.

Qualquer que seja sua decisão, ela não é para sempre. Antigamente, casamento e filhos queriam dizer abandonar o trabalho ou a carreira de vez. Hoje, não mais. Muitas mulheres passam anos em casa, por opção, cuidando de tudo e de todos, e depois, retornam ao campo de batalha (o mercado de trabalho).

Não importa a decisão que você tome, o importante é que ela seja a SUA, e de ninguém mais. Não deixe que nada, nem ninguém – a mídia, a sociedade, a família, os amigos próximos, ou até sua expectativa interna – ditar o que você deve fazer. Faça o que lhe parecer certo para você e sua família.

Pedir ajuda sim! Por que não?

18 Jun 2009 Por Andrea Vinet

pedir ajuda sim
Não importa se esse bebê que você está esperando é o seu primeiro ou o quarto filho. A chegada de mais um membro na família é um momento maravilhoso, alegre e excitante (e algumas vezes, estressante) para cada um.

Como mãe, que amamenta e que ama, você deve ser a pessoa responsável pela pequenina alegria da casa (o bebê), mas isso não significa que não possa contar com a ajuda de outras pessoas. Existem diversas maneiras de colocar os membros da família para participar das atividades, inserindo-os na rotina, mostrando que esse novo pacote de coisas faz parte dessa nova vida de família.

Fale franca e abertamente com seu cônjuge sobre suas necessidades. Não tenha medo de dizer o que está sentindo ou pedir ajuda. Faça sua família perceber (e saber) em quê ela pode ajudar. Muitas vezes, as pessoas ficam perdidas diante de situações novas e não conseguem agir, precisando de uma “mãozinha” (neste caso, um empurrão serve também).

No final, você ficará feliz por ter dito (e sido ajudada) e seu corpo agradecerá. Sobretudo nos primeiros dias com um recém-nascido, você estará exausta. Precisa se poupar para ele, não para cuidar da casa ou de outras coisas. Para isso, existem os outros. Se todos trabalharem juntos -como uma família de verdade – cada um terá tempo para interagir com o bebê e poderá contribuir à sua própria maneira: irmãozinho (s) maior(es), papai e até vovô e vovó podem entrar na onda.

Dê uma chance ao seu parceiro de “colocar a mão na massa”, mesmo que ele faça as coisas diferentes de você (e se prepare, porque ele CERTAMENTE fará). Talvez a hora do banho possa se tornar uma “hora do papai”. Dando ao seu parceiro direitos exclusivos fará com que ele se sinta um expert – e vai lhe dar uma folga em que você pode aproveitar para tomar um bom banho relaxante, ou uma xícara de chá lendo sua revista preferida, etc.

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